Hoje vou postar outra coisa, bem diferente do normal. Para me redimir, vou falar de Londres.
Ah! Os ares londrinos, como são deliciosas as manhãs.
Aqui estão algumas dicas, curiosidades e monumentos da capital inglesa!
Pontos
turísticos:
Londres é uma cidade cheia de história. Um exemplo é a Torre
de Londres (Tower of London), uma construção do século XI que já foi residência
de Reis, uma terrível prisão, um depósito de armas e hoje, graças à sua
fortaleza inatacável, é o guardião das Joias da Coroa.
Se você acha que o maior relógio de Londres é o Big Ben,
enganou-se. Na verdade Big Ben é o nome do sino que fica dentro da torre do
relógio da Casa do Parlamento Britânico. Então quem leva o título? Acredite, o
maior relógio da capital inglesa é o Shell Mex House, que fica no prédio da
companhia petrolífera Shell. Ele mede 7,018 metros, contra 6,9 metros da do Big
Ben.
Camden Town é uma região ao norte de Londres conhecida por
sua excentricidade. A região é famosa por abrigar um imenso mercado bem
eclético – lá é possível encontrar lojas de brechós, souvenir, produtos
esotéricos, roupas góticas, artes de rua e até mesmo barraquinhas que vendem
frango xadrez, tortilla, pizza de peperoni, falafel ou, se preferir há
restaurantes de comida indiana, vegan. Isso sem falar na diversidade musical,
dá para ouvir música brasileira, rock pesado, techno, salsa, blues, jazz. E
tudo isso no mesmo lugar!
Outro ponto turístico para ter uma vista deslumbrante de
Londres a dica é embarcar em uma das 32 cápsulas da London Eye, uma roda
gigante imensa (tem 135 metros de altura, o equivalente a um prédio de 45
andares), que está às margens do rio Tâmisa. Ela foi construída para comemorar
a chegada do novo milênio e logo se tornou umas das atrações mais visitadas de
Londres. São 30 minutos inesquecíveis!
A Tower Bridge (Ponte da Torre) é um cartão postal de
Londres. Foi construída para facilitar a travessia de veículos já que na época
só a Ponte de Londres não era mais suficiente.
Como o nome diz a Ponte tem duas torres que são conectadas
por duas passarelas: uma superior que serve para passagem de pedestre e outra
inferior que se abre permitindo a locomoção de barcos.
Os lindos ônibus
vermelhos e as cabines telefônicas e sua direção!
Você já reparou que nos filmes que se passam em Londres a
direção é do lado direito?
A explicação está na história. Na época medieval, os
cavaleiros, que geralmente eram destros, mantinham-se do lado esquerdo da
estrada para poder empunhar a espada com a mão direita e se defender em caso de
um ataque.
Quando se pensa nas ruas londrinas, uma das primeiras coisas
que vem a mente são os famosos ônibus vermelhos de dois andares ("Double
deckers").
Embora estejam diminuindo nas ruas Londres – devido à falta
de uso e ao alto custo de manutenção -, as cabinas telefônicas vermelhas ainda
são um símbolo da cultura inglesa.
Conhecidas como Telephone Booth, sua história começou em
meados de 1920, quando o arquiteto Sir Giles Gilbert Scott ganhou a competição
dos correios para escolha do modelo. O vermelho, já usado pelos correios na
cabina antiga, é para facilitar a localização.
Outro ícone de Londres são os táxis pretos, um exclusivo
Austin FX4.
Chamados de "cab", esses carros têm um vidro que
separa a parte do motorista da do passageiro, onde os bancos são colocados um
de frente para o outro.
A primeira ponte construída em Londres, a "London
Bridge" foi erguida pelos romanos há quase 2 mil anos.
Arte:
Performance de artistas na rua (músicos, estátuas-vivas...),
teatros, livrarias, eventos, festivais, cafés...
Essa diversidade de atrações você encontra em Covent Garden,
região famosa pelo cenário cultural e onde funcionava o antigo mercado
municipal. E para complementar, o local foi cenário das primeiras cenas do filme "My Fair Lady".
Para quem gosta das histórias do detive Sherlock Holmes,
visitar o Museu de um dos personagens mais famosos de Londres é diversão
garantida.
Localizado em um sobrado no 221b da Baker Street, o museu é
decorado com móveis de época, bonecos que simulam passagens dos livros e
objetos citados na obra do Sir Arthur Conan Doyle.



























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