Clube da Luluzinha

23 de julho de 2014 Nenhum comentário
Dedos
Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito - Milton Nascimento
Tudo bem que dia 20 de julho foi o dia do amigo coisa e tal, mas não gosto de ser clichê e publicar "Feliz dia do amigo" em um post na rede social onde marco 350 pessoas e ainda por cima coloco um Desculpa se esqueci alguém! Isso não é a minha cara, todo mundo sabe que eu gosto de um texto báááásico.

Então eu decidi vir aqui, no meu diário virtual e escrever para meus melhores amigos, aqueles que estão desde que me entendo por gente, até os mais novos "conquistados".

Aos queridos e amados amigos,

Sei que eu sou desligada, deixo de falar por semanas com vocês, mas vocês também sabem do meu sentimento por vocês. Nunca vou ter agradecido o suficiente à Deus por te-los comigo, às vezes acho que ganhei muito até. Cada um participou de alguma história, no minimo cômica comigo. Desde a famosa historia de beijos inocentes atras da cortina do pré né, Camila? Os videos maravilhosos com a Midy, as cantorias com um inglês perfeito da May, as brigas onde eu sempre batia a cabeça em algum lugar com a Luany, o Taiguara roubando a cena no meu aniversário, os primeiros pontos no queixo da Dri, ao melhor show da minha vida com a Bel. Definitivamente eu tenho a sorte grande de poder contar com vocês. E as pessoas que o nome não citei, vocês sabem do meu sentimento por vocês e podem ter certeza que esse post é para vocês também, eu só não vou contar todas as historias aqui senão o texto vira uma biografia com 500 páginas Hahahaha. Divirtam-se com as fotos abaixo e não me matem. Amo vocês, negada!

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Beijos,

Izadora S.

O cara que eu amei e o que eu pensei que amava

8 de julho de 2014 Nenhum comentário


Eu namorava um cara, que tinha tudo para ser o cara da minha vida, mas a vida me mostrou que eu podia errar e colocar meu futuro no lixo. Um dia cogitei que esse cara não fosse mais tão importante para sonhar um futuro junto à ele, idiotice minha. Éramos um casal totalmente errado, eu tinha 1,75 e ele 1,72, 7 anos de diferença, eu magrela e ele gordinho, ele cantava muito bem, eu parecia uma taquara rachada. Achavam que eramos só amigos, mas cada um conhecia o outro intimamente, sabia de cada sonho, cada medo e principalmente o que cada um sentia pelo outro. Sempre escutei que relações à distancia não funcionavam e até certo ponto eu estava provando que essa regra tinha uma exceção, nós. Nos falávamos todos os dias, cada sms trocada rendia um sorriso sincero de cada um, mesmo estando 500 km de distancia. Mas de uma hora para outra, até hoje eu não sei por quê, nós fomos nos distanciando, não trocávamos mais tantas mensagens nem ligações durante a semana e por fim perdemos o contato, assim como Hazel Grace se apaixonou por Augustus Waters, nós nos apaixonamos e nos deixamos, gradativamente, assim como alguém que cai no sono. Você vai achar que isso é besteira, que não pode ter acontecido, mas sim, aconteceu. Simples assim, acordamos um dia e não sentimos a necessidade de ouvir a voz do outro. Tempos depois nós continuamos a conversar, mas como amigos, até ele me dizer que tinha conhecido alguém da cidade dele, que estava feliz, mas queria saber se eu o apoiaria. Primeiro tive um lapso, depois fiquei feliz (isso é estranho mas aconteceu), percebi que ele estava muito empolgado e aquela pessoa o faria feliz assim como eu fiz por um tempo e queria ter feito para o resto da vida. Descobri naquela hora que amar vai muito alem de estar junto, é ver a felicidade da pessoa independente de quem seja o motivo.

Depois de um tempo apareceu um cara que bagunçou a minha vida. Moreno, 1,90, como diz minha mãe, de presença, também cantava e tocava violão. Fiz coisas que eu nunca imaginei, por ele eu me permiti chorar por semanas, deixei de comer, vivia sonhado, até tirar os velhos planos da gaveta eu tirei. Esse cara me fez de gato e sapato e foi ele que me fez perceber que eu tinha primeiro que me amar para depois amar alguém, mas ele fez isso do pior jeito. Sempre achei que ele era o cara que eu iria amar o resto da minha vida, mas não foi. Ele me deixou, não como o primeiro, onde eu não sofri e nem sabia explicar o por que de ama-lo mesmo não o tendo mais, ele me deixou dizendo que eu era culpada de tudo, me sentindo na obrigação de pedir desculpa, de correr atras. Eu chorei por duas semanas seguidas até cair a ficha que precisei dele para descobrir que ele foi o cara que eu pensei que amava.
Izadora S.

Amor platônico, quem nunca?

2 de julho de 2014 Nenhum comentário
Pode ser pelo professor de inglês, pelo gatinho do ônibus, pelo seu ídolo, pelo vizinho gato, enfim. Todo mundo tem ou teve um amor platônico para chamar de seu, não é mesmo? Esses dias eu estava rindo da minha capacidade de ter diversos amores platônicos, é sério, é fora do comum eu acho. Tem de todos os jeitos, eu vou contar aqueles que mais me marcaram. Vamos do começo:

Joe Jonas Meu primeiro e maior amor platônico foi o Joe Jonas (hahahaha). Na epoca que eu conheci os Jonas Brothers, eu não tinha um acesso a internet tão liberado como eu tenho hoje, mas eu usufruia do meu limitado tempo de navegação para salvar fotos dele e sustentar o meu amor, era vendo videos, montagens, essas coisas. Nas revistas existiam aqueles teste para ver a minha compatibilidade com ele e tudo mais e eu, claro, fazia todos. Mas vou confessar, eu sabotava algumas respostas só para poder dar que eu era a alma gêmea dele (hahahahaha). Eu sabia tudo, T-U-D-O sobre ele, desde a cor favorita, data de aniversário, tamanho do sapato (?!), bairro onde morava, eu era uma stalker e não sabia. Quando o Joe começou a namorar com a Camile Belle, acreditem, eu chorei desesperadamente, parecia que eu tinha perdido algum parente ou coisa do tipo, mas na realidade era uma dor que eu não reconhecia, o que hoje os fandons chamam de "feels". Lembro que eu dizia baixinho: eu não vou mais casar com o Joe, não, isso não pode acontecer. Na época eu tinha 13 anos e ele 20 e na minha cabeça era totalmente possível ele se apaixonar por mim, sim. Nos meus sonhos eu falava inglês fluente, até lembro como eu imaginava a cena de quando ele me conhecesse era mais ou menos assim: eu estaria casualmente na rua dele andando de bicicleta, então quando ele saísse eu sem querer o "atropelaria" (o que é isso? Eu tinha uma imaginação meio negra hahaha), e quando os nossos olhares se cruzassem ele saberia que eu era o amor da vida dele. Eu sei, viajava legal na maionese, e olha que nesse tempo não existia fanfic nem coisas do tipo. Acho que eu fui crescendo e minha noção de real e ficção foi ficando mais nítida. Comecei a aceitar os namoros, me interessei mais pela musica a vida pessoa dele. Sim, eu deixei de salvar fotos, de ver diversos vídeo dele, mas NUNCA deixei de sentir aquele amor do começo por ele, é até engraçado, mas o meu primeiro amor foi Joseph Adams Jonas.

                


Dudu Surita

Esse foi um amor platônico rápido. Tudo começou com a série da capricho "Vida de Garoto", nossa no dia em que eu vi aquilo achei que fosse o paraíso. Como eu disse foi bem rápida, durou no máximo uns 3 meses, diferente do Joe que dura desde 2009. Eu lembro que o Twitter tinha começado a virar febre, então era o meio de comunicação mais rápido que tínhamos, porque no orkut (!!!!) ele não me aceitava. Eu tuitava todo dia, tanto para ele quanto para os outros meninos do VDG, MAS ele nunca me respondeu #chateada. Acho que foi por isso que meu amor por ele foi esfriando, mas foi também porque ele começou a namorar, eu sofri muito com isso (eu sempre sofro quando os meus amores platônicos começam a namorar, é como se eu estivesse sendo traída kkkk) e o Vida de Garoto acabou, então eu não tinha mais noticia dele, meio que a imagem dele foi se apagando de mim até acabar completamente, e 4 anos depois ele me respondeu no twitter, o que despertou uma saudade nostálgica daquela época de "Duduzete" hahaha.
                    
Ps: O que é isso? Chocada! Eita puberdade! Hahaha

Harry Styles

Aaaah, esse é o meu amor platônico desde que eu o vi no clipe "What Makes You Beautiful" do One Direction, na realidade eu tenho amor platônico pelos cinco, mas sou Harry Girl assumida. Eu sofro com cada namoro dele, com cada boato. Ele é meu sonho de consumo. Como eu disse, conheci ele no clipe, foi logo o que me chamou a atenção e me fez pesquisar no Google quem era aquela boyband e que resultou nessa vida de fã sofrida que eu levo. Nunca fui de gostar de meninos de cabelos encaracolados, não sei por que eu fui me encantar por ele, mas quem não se encanta por Réuri Istailes, minha gente? Só descobrir que eu era Harry Girl quando, em meio as minhas pesquisas, eu li que ele estava saindo com Caroline Flack, uma mulher 15 anos mais velha. Na hora em que li a matéria do mirror eu paralisei e o mesmo sentimento que senti quando vi Joe Jonas namorando Camilla Belle me tomou, na hora eu pensei: tudo de novo nããão! Ali, naquele momento, me toquei que sentiria isso por qualquer namoro dele, estava oficialmente nomeada Harry Girl, vulgo sofredora eterna do fandom. Bem, eu sofri em todos os namoros relâmpagos que ele teve até hoje, não importa se são os que acontecem, estranhamente, sempre no período de lançamento de álbum que terminam no máximo 65 dias depois ou aquele que não aconteceu ainda, mas eu sei que esse dia irá chegar: o namoro que resultará em um anel de brilhantes, uma cerimonia íntima e filhos. Eu ainda vivo esse amor todos os dias e sei que pretendo ama-lo por um bom tempo.


                     
Esq. 2010 Dir. 2014

Acho eu que meus amores platônicos famosos são esses. É obvio que eu tive os anônimos, mas por não querer envolver ninguém, nem passar vergonha na rua, eu não vou comentar sobre eles aqui. Talvez eu possa transforma-los em personagens de um texto para o blog.
Espero que tenham gostado!
Beijos,
Izadora S.
 
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